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2019-12-20
Feliz Natal e um 2020 mais sustentável e eficiente! Boas Festas!

A RNAE deseja a todos umas Boas Festas!

2019-12-06
ENAEA2019: eficiência e compromisso energéticos são essenciais para atingir metas em 2030 e 2050

Teve lugar, a 4 de dezembro, no FACE, o Encontro Nacional das Agências de Energia e Ambiente (ENAEA 2019).

O tema central do evento incidiu sobre as ‘Agências de Energia e Ambiente: Agentes de Intervenção nos Territórios’.
Discutir temas cada vez mais emergentes para os territórios municipais, tais como os Contratos de Gestão de Eficiência Energética nos Municípios, as Comunidades de Energia Renovável e os Modelos de Financiamento para os Municípios a partir de 2020 foram os objetivos da iniciativa.

Carlos Santos, presidente da direção da RNAE, salientou na sessão de abertura do Encontro, a importância do trabalho das agências de energia no que respeita à proximidade com o território e com as entidades municipais. “É imperioso a consciência para a utilização dos recursos, desde a água passando pela energia e também à forma como todos nós reciclamos”, disse. Para o responsável, a questão do financiamento “é essencial” sendo que os apoios são “vitais” para a implementação de medidas no território.

Pinto Moreira, presidente da Câmara Municipal de Espinho, começou por dizer na sua intervenção que, “por coincidência ou talvez não, o ENAEA analisa e projeta a intervenção dos agentes nos territórios enquanto, em Madrid, a Cimeira do Clima procura encontrar caminhos que se abram a um futuro sustentável para as próximas gerações”.

 

O edil recordou que, “as alterações climáticas são, segundo afirma o secretário geral da ONU, António Guterres, o maior problema da humanidade, e vão afetar dramaticamente o nosso futuro se nada de substancial for feito”.
“Os custos de uma transição para sociedades sem emissões de gases com efeito de estufa são enormes! Mas não o fazer terá custos ainda maiores! Estamos hoje a viver já os efeitos de uma realidade que descurámos e cujos efeitos se manifestam também nos impactos sobre os ecossistemas com a destruição da biodiversidade, o degelo e a subida das águas do mar e a erosão patente nas nossas costas marítimas, fenómenos meteorológicos extremos, sendo os exemplos mais recentes os incêndios na Austrália e na Amazónia ou as inundações na cidade italiana de Veneza”, acrescentou.

O presidente da Câmara de Espinho lembrou ainda que “o mundo está hoje um grau mais quente do que antes da era industrial e poderá chegar aos três graus no final do século. Especialistas dizem que cada grau que aumente a temperatura diminuirá pelo menos 20% a quantidade de água e o ciclo da água não será uniforme em todo o planeta. É tempo de arrepiar caminho e ler com preocupação o recente relatório da OCDE que alia e interliga desenvolvimento e ação climática”.

“Penso que estaremos todos de acordo sobre a urgência e a necessidade de remover a elegibilidade de subsídios aos combustíveis fósseis nas ajudas públicas ao desenvolvimento de projetos que contaminem e destruam a saúde climática e a sustentabilidade energética, procurando canalizar os apoios para formas de energias renováveis e para processos de eficiência energética. Sem radicalismos, mas com a consciência da situação que vivemos temos de tentar fazer mais todos os dias por um Mundo Melhor. Estou certo que o contributo das Agências de Energia e Ambiente em parceria com a ENERGAIA e este conjunto de peritos aqui reunidos em Espinho vão trazer um enorme contributo a todos nós, autarcas e a todos os agentes de Intervenção nos Territórios”, vincou.
Neste sentido, felicitou a organização do evento “pela escolha de temas e preocupações cada vez mais emergentes para os territórios municipais. Refiro-me aos Contratos de Gestão de Eficiência Energética nos Municípios, às Comunidades de Energia Renovável e Modelos de Financiamento para os Municípios a partir de 2020”.
Seguiu-se a apresentação ‘ENERGAIA em números’, com a intervenção de Joaquim Borges Gouveia, no contexto dos 20 anos de intervenção no território.

O primeiro painel da manhã debateu ‘Os contratos de gestão de eficiência energética nos municípios | Contratos de performance energética’. A mesa, moderada por Paulo Santos (Vogal do Conselho Diretivo da ANMP - Associação Nacional de Municípios Portugueses e presidente da Câmara Municipal da Batalha), contou com as intervenções de Tiago Vasconcelos, administrador da ISETE - Inovação, Soluções Económicas e Tecnologia Ecológica, Paulo Simões, da OESTE CIM - Comunidade Intermunicipal do Oeste, Jorge Araújo, presidente da APESE - Associação Portuguesa das Empresas de Serviços de Energia e João Torres, presidente do conselho de administração da EDP Distribuição.

Em debate os projetos de eficiência energética nos territórios, mas também os desafios e problemas que o setor se confronta no terreno.

A tarde começou com o II painel do Encontro sobre o tema ‘Que potencial para as comunidades de energia renovável em Portugal’, moderado por Ana Clara, diretora da Revista O Instalador.

O tema partiu essencialmente do decreto-lei 162/2019, de 25 de outubro, entrará em vigor a 1 de janeiro de 2020, e que regulamenta as Comunidades de Energia Renovável (CER). Tratam-se de novas regras para o autoconsumo e para projetos de comunidades de energia, facilitando o investimento em instalações de produção para pequenos agregados de consumidores.
Jorge Esteves, diretor na Direção de Infraestruturas e Redes da ERSE - Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos, que abordou o desenvolvimento futuro do sistema elétrico nacional e que decorrem do Decreto-Lei n.º 162/2019 (que regulamenta as comunidades de energia renovável) e das Diretivas europeias RED II e EMD II que foram aprovadas no seio do Pacote Legislativo “Energia Limpa para todos os Europeus”.
O responsável abordou ainda o conceito de Comunidade de Energia (CER), e as suas diferentes realidades dando conta igualmente de algumas caraterísticas importantes e desafios que esta nova realidade coloca ao país.
Jorge Esteves falou ainda da importância do direito de partilha de energia associado ao Autoconsumo Coletivo e às Comunidades de Energia bem como à possibilidade destas contribuírem para os objetivos planeados para a penetração da produção solar fotovoltaico em Portugal e de serem participantes ativos na prestação dos serviços de flexibilidade que irão ser necessários para o sistema.
No final da sua intervenção abordou ainda alguns projetos-piloto regulatórios, que a ERSE tenciona utilizar na primeira fase de concretização do Decreto-Lei n.º 162/2019.
Já Gilberto Mariz, Chefe de Divisão de Instalações Elétricas do Norte da DGEG - Direção Geral de Energia e Geologia, analisou igualmente o âmbito de aplicação das CER, sublinhando que um dos principais objetivos passa por “propiciar aos membros ou às localidades onde opera a comunidade benefícios ambientais, económicos e sociais em vez de lucros financeiros”.
O princípio é simples: “produzir, consumir, partilhar, armazenar, vender e aceder”. Para o responsável “existe potencial nas pessoas, nas infraestruturas, no enquadramento legislativo” e essencialmente “existe potencial para as comunidades de energia renovável em Portugal”.
Gilberto Mariz deu ainda a conhecer as atividades que podem desempenhar as CER no âmbito da energia renovável e o potencial podem proporcionar em contraponto com o previsto atualmente no diploma ainda em vigor. Abordou também os potenciais locais para a instalação/exploração de unidades de produção pelas CER.
João Peças Lopes, Diretor associado do INESC TEC, começou por recordar que “em 2030 mais de 80% do consumo de eletricidade será satisfeito a partir de fontes renováveis. Em 2050 pretende‐se atingir a meta da satisfação da procura de eletricidade a partir de 100% de produção renovável. Em 2030 1GW será proveniente de produção descentralizada”. E, neste sentido, vincou, “as CER terão uma contribuição relevante nesta produção”.
Para o professor “o desenvolvimento do autoconsumo e das CER faz parte do movimento de «empowerment» do consumidor. Tem e terá um papel relevante no sucesso das metas do PNEC2030 e do RNC2050”. Além disso, “exige também desafios técnicos significativos às redes de distribuição, nomeadamente:
  • Maior sensorização (IoT) e monitorização das redes e equipamentos (com consequente reconhecimento dos correspondentes investimentos feitos pelos ORD);
  • Deployment total dos contadores inteligentes na rede de distribuição;
  • Uma gestão ativa da flexibilidade da procura;
  • Utilização de sistemas de armazenamento distribuído pelas CER ou pelos ORD.
Na sua intervenção, Nuno Ribeiro da Silva, presidente da ENDESA Portugal, realçou a importância das CER ao nível do contributo que podem dar ao Plano Nacional de Energia e Clima (PNEC 2030) e também rumo à neutralidade carbónica em 2050.
Ribeiro da Silva sublinhou que “o sistema energético atravessa um profundo e dinâmico processo de transformação que pode resultar num sistema não apenas 100% renovável, mas também numa rede mais inteligente e num modelo energético mais democrático, aberto e horizontal”.
Nesse sentido, as CER “têm como principal objetivo promover a gestão coordenada e inteligente dos recursos energéticos, com especial ênfase no que se refere à produção própria”. E com estas comunidades, lembrou, “é possível alcançar benefícios económicos para todos, particularmente através da implementação de modelos de partilha de energia entre instalações consumidoras de energia; redução das faturas energéticas; aumento da autonomia dos consumidores e das comunidades envolventes e redução das emissões de carbono”.
Quanto a desafios há muitos, entre eles, destacou: a conversão das redes tradicionais em redes inteligentes; crescente descentralização e digitalização das redes; necessidades de gestão e operação técnica das redes; privacidade dos dados no contexto da crescente digitalização; novas arquiteturas e formas de organização do sistema elétrico; desenvolvimento crescente de comunidades de energias renováveis, nomeadamente através de cidades, bairros, aldeias ou municípios; e desenvolvimento de regulamentação específica.
‘Que modelos de financiamento para os municípios?’ foi o último painel em debate. Moderado por Carlos Santos, presidente da RNAE, contou com as intervenções de Rosa Cortez, secretária-técnica do Programa Operacional NORTE2020, João Vieira, diretor-executivo da Estrutura de Gestão do PNAEE - Plano Nacional Ação para Eficiência Energética, Pedro Couto, do Banco Europeu de Investimento (BEI), Luís Maia, do Ponto de Contacto Nacional do Horizonte 2020-GPPQ e Nuno Brito Jorge, cofundador da GoParity.

Durante o evento teve lugar a entrega do 'Energy Globe Award Portugal 2019' e a cerimónia de atribuição de prémios no âmbito dos Projetos 'Freguesias+Eficientes' e 'PIEE EPSS (PPEC 2017-2018)'.

O ENAEA 2019 foi organizado pela RNAE em parceria com a Energaia - Agência de Energia do Sul da Área Metropolitana do Porto e com o apoio da Câmara Municipal de Espinho.

No espaço do FACE e, no âmbito do encontro, teve ainda lugar uma exposição/mostra de tecnologias, soluções e atividades de empresas e outras organizações, na qual marcaram presença, entre outros, a QART, SONERES, CARRIER, HELEXIA, OPENPLUS, WEEECYCLE, GRAU MAQUINARIA, ENDESA, GLOBALTRONIC e LTX, bem como uma área exterior de exposição e test-drive de viaturas elétricas e híbridas de várias marcas automóveis.

2019-10-24
PIEE IPSS – Programa Integrado de Eficiência Energética para as IPSS - Reunião do Júri

No âmbito da medida PIEE IPSS – Programa Integrado de Eficiência Energética para as IPSS foram convidadas Entidades externas para integrarem o Júri da Fase II (Concurso) desta medida, que decorreu entre Maio e Setembro.

O Júri é constituído por um representante de cada uma das seguintes Entidades:

ERSE - Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos

ADENE - Agência para a Energia

DGEG - Direcção-Geral de Energia e Geologia.

CNIS - Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade

UMP - União das Misericórdias Portuguesas

Com base no trabalho e desenvolvimento da utilização da Plataforma Energy OFF por parte dos Coordenadores Internos de Energia (CIE), foram  selecionadas 50 IPSS para passar à Fase II, que, para além de atuarem neste período no sentido de reduzir a fatura de energia elétrica, tiveram que propor um Plano de Ação de melhoria da eficiência energética na sua instituição até ao dia 30 de Setembro.

O Júri irá avaliar as 5 melhores IPSS para receberem os prémios, que serão aplicados em auditorias energéticas e medidas de eficiência energética.

Às 10 IPSS que lhes subseguem  na classificação serão atribuídas menções honrosas (prémios de participação).

Brevemente serão anunciadas as IPSS vencedoras!

Para mais informações pode ser consultada a página web da medida: http://www.piee-ipss.pt/

2019-10-23
Freguesias+Eficientes - Freguesias pela Eficiência Energética - Reunião do Júri

No âmbito da medida Freguesias+Eficientes – Freguesias pela Eficiência Energética foram convidadas Entidades externas para integrarem o Júri do Concurso desta medida, que decorreu entre Maio e Setembro.

O Júri é constituído por um representante de cada uma das seguintes Entidades:

  1. ERSE – Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos
  2. ABAE – Associação Bandeira Azul da Europa
  3. ADENE – Agência para a Energia
  4. ANAFRE – Associação Nacional de Freguesias
  5. DGEG – Direção-Geral de Energia e Geologia

 

A colaboração dos elementos do Júri visa apurar as Freguesias vencedoras, de acordo com as disposições do Regulamento.

O Concurso pretende distinguir as três Freguesias que consigam alcançar as maiores reduções nos seus consumos energéticos, servindo assim de exemplo para divulgação a nível nacional.
De forma a efetuar uma avaliação justa, as Freguesias foram divididas em 3 escalões, de acordo com a sua dimensão demográfica.

Das mais de 60 Freguesias que fizeram o seu registo na plataforma EnergyOFF,18 introduziram dados suficientes para permitir a sua avaliação, de acordo com os critérios definidos no Concurso.

A reunião do Júri decorreu na tarde de 21 de Outubro.

Os prémios traduzir-se-atilde;o na implementação de medidas adicionais e/ou equipamentos com maior eficiência energética que serão identificados pelas Agências de Energia através de uma auditoria energética.

Irão, ainda, ser atribuídas menções honrosas às Freguesias participantes que se distingam pelo seu desempenho ao longo do projeto.

As menções honrosas irão permitir a aplicação de pequenas medidas de melhoria da eficiência energética, a implementar pelas Agências de Energia.

Brevemente serão anunciadas as Freguesias vencedoras!

Para mais informações pode ser consultada a página web da medida: http://www.freguesiasmaiseficientes.pt/

2019-06-18
RNAE galardoada com o prémio "Energy Globe Award Portugal 2019"!

A “Energy Globe 2019” é uma iniciativa internacional, em Portugal representada pela Advantage Austria, agência austríaca de internacionalização, a qual visa reconhecer os melhores projetos mundiais na área ambiental com maior impacto social e sustentável.

A cerimónia de entrega do prémio ocorrerá dia 04 de Dezembro de 2019, na cidade de Espinho, no decurso do Encontro Nacional das Agências de Energia e Ambiente (ENAEA2019).

O projeto vencedor é o "Energy OFF - Plataforma de Gestão de Energia para Edifícios", financiada pelo PPEC2013-2014 e adaptada no âmbito do PPEC2017-2018 para utilização por edifícios do setor do comércio e serviços, designadamente Municípios, Juntas de Freguesia e Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS´s).

Trata-se de uma ferramenta de gestão de consumos que permite os seguintes benefícios:

·Informação sobre os consumos de energia, através de uma ferramenta de autodiagnóstico e segmentada por equipamentos;

·Recomendações através de medidas concretas e quantificadas que permitem a redução dos custos na fatura mensal;

·Medidas comuns a todos os utilizadores (como a política energética, identificação de um gestor de energia, etc.;

·Indicação das soluções específicas mais adequadas às necessidades, incluindo a análise da substituição de equipamentos e/ou alteração de comportamentos.

O prémio “Energy Globe World” tem o apoio da UN Environment (Programa das Nações Unidas para o Ambiente) e foi criado em 1999 pelo austríaco Wolfgang Neumann, especialista em assuntos de energia, que quis apresentar ao mundo alguns dos exemplos de boas práticas ambientais. Entre as personalidades que já foram convidadas para apresentar e dar a cara pelos prémios encontram-se nome como Mikhail Gorbachev, Kofi Annan e os presidentes da União Europeia em exercício.

A distinção do Energy OFF aqui: https://www.energyglobe.info/portugal2019?cl=en&id=338238

2018-12-14
A RNAE é uma das entidades que integra o Comité Nacional EUBCE 2019!

Hoje, 14 de Dezembro, decorreu a 1.ª Reunião deste Comité, que conta com a ADENE como "EUBCE National Supporter", e que integra, para além da RNAE, a Secretaria de Estado da Energia, a Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG), o Laboratório Nacional de Energia e Geologia (LNEG), o Centro da Biomassa para a Energia (CBE), a Associação dos Produtores de Energia com Biomassa (APEB), a Faculdade de Ciências e Tecnologia, da Universidade Nova de Lisboa (FCT/UNL), o Instituto Superior Técnico (IST/UL) e a Escola Superior Agrária de Coimbra, do Instituto Politécnico de Coimbra (ESAC/IPC).

Este Comité será responsável por atividades de carácter nacional associadas à EUBCE 2019.

A 27.ª edição da European Biomass Conference and Exhibition (EUBCE2019) irá realizar-se em Lisboa, no Centro de Congressos de Lisboa, de 27 a 30 de maio de 2019. Este evento de alto nível científico reunirá em Lisboa centenas de especialistas na área da biomassa para discutir a importância e as oportunidades de aproveitamento e valorização desta fonte de energia renovável para a produção de energia e a prossecução de objetivos de descarbonização, em matéria de mitigação e adaptação às alterações climáticas e de desenvolvimento sustentável.

http://www.eubce.com/

2018-08-31
A RNAE na edição de Julho da revista Publituris Hotelaria - Dossier Gestão Racional de Energia

A RNAE colaborou com a Publituris num artigo de opinião no Dossier "Gestão Racional de Energia" sobre o setor da hotelaria, publicado na edição de Julho da revista Publituris Hotelaria.

O artigo poderá ser consultado aqui: http://www.rnae.pt/download/Revista-Hotelaria-150-julho2018.pdf

2018-08-22
Concurso Público - Fornecimento e Instalação de Sistemas de Gestão da Iluminação em Edifícios da Administração Pública

A RNAE lançou ontem o concurso público internacional relativo ao Fornecimento e Instalação de Sistemas de Gestão da Iluminação em Edifícios da Administração Pública.

As peças do procedimento podem ser acedidas gratuitamente através da plataforma eletrónica de contratação pública anoGOV em: https://www.anogov.com/op-rnae/faces/app/pap/listaPaps.jsp

2018-08-02
O "novo" Documento de Referência para a Eficiência Energética na Iluminação Pública (DREEIP) já está disponível e a sua redação tem por base a Norma Europeia para a Iluminação Pública, EN 13201, revista em 2015

O "novo" Documento de Referência para a Eficiência Energética na Iluminação Pública (DREEIP) já está disponível e a sua redação tem por base a Norma Europeia para a Iluminação Pública, EN 13201, revista em 2015.

O DREEIP tem como objetivo estabelecer como referência, uma série de parâmetros técnicos que um projeto de Iluminação Pública deverá de seguir de modo a obter uma maior eficiência energética das instalações.

O Documento encontra-se dividido em duas partes, sendo estas:

PARTE 1 – Conceitos de Luminotécnica (http://www.rnae.pt/download/DREEIP_ParteI.pdf)
PARTE 2 – Projeto de Iluminação Pública – Especificações (http://www.rnae.pt/download/DREEIP_ParteII.pdf)

CALCULADORA - Calculadora dos indicadores de desempenho da instalação, para apoio à nova versão do Documento de Referência para a Eficiência Energética na Iluminação Pública. (http://www.rnae.pt/download/CALCULADORA_DOS_INDICADORES_DE_DESEMPENHO_DA_INSTALACAO.xlsx)

O DREEIP é o resultado da atividade de um grupo de trabalho constituído por iniciativa da Secretaria de Estado da Energia, em 2010, e que integrou os seguintes atores no domínio da iluminação pública em Portugal: RNAE, CPI - Centro Português de Iluminação, ADENE - Agência para a Energia, ANMP - Associação Nacional de Municípios Portugueses, EDP Distribuição e OE - Ordem dos Engenheiros.

O DREEIP foi alvo de uma atualização, tendo sido criado para o efeito, em Setembro de 2017, um novo grupo de trabalho onde se fizeram representar o CPI - Centro Português de Iluminação, ANMP - Associação Nacional de Municípios Portugueses, OE - Ordem dos Engenheiros, OET - Ordem dos Engenheiros Técnicos e a DGEG - Direção-Geral de Energia e Geologia.

A RNAE, juntamente com o CPI, irá programar um roadshow de ações de divulgação e formação em 2019, de norte a sul do país, incluindo ilhas, tendo como destinatários as Agências de Energia, Municípios, Comunidades Intermunicipais, Projetistas e outros interessados no documento.

2018-07-04
Sessão "A Iluminação Pública e as Alterações Climáticas", Ordem dos Engenheiros, 10 de julho - Apresentação do "novo" DREEIP

No próximo dia 10 de Julho, irá realizar-se uma Sessão com o tema "A Iluminação Pública e as Alterações Climáticas".

 

Nesta Sessão irá ser apresentado e debatido o novo DREEIP (Documento de Referência para a Eficiência Energética na IP), promovido pelo Centro Português de Iluminação (CPI), com a colaboração da RNAE e Ordem dos Engenheiros.

 

A RNAE irá fazer uma apresentação com o tema "O papel das Agências de Energia e Ambiente na Eficiência Energética na Iluminação Pública", onde teremos oportunidade de abordar a importância do cadastro como ferramenta de gestão municipal e da adoção do DREEIP como ferramenta de base para a elaboração dos Planos Diretores de Iluminação Pública e, bem como, dos Regulamentos Municipais de iluminação Pública, como instrumentos reguladores da IP municipal.

Iremos ainda abordar a recente problemática dos contratos de concessão de distribuição de energia elétrica em baixa tensão e da sua interligação com a iluminação pública, apresentando e defendendo vários pontos "nevrálgicos" e de extrema importância para os Municípios (enquanto "proprietários" do bem) e Agências de Energia (enquanto agentes promotores de uma gestão eficiente da rede de IP).

 

Do programa consta também a apresentação das Metas e Objetivos Nacionais para a Eficiência Energética, com a intervenção da DGEG.

 

A Sessão irá ter lugar no auditório da Sede Nacional da Ordem dos Engenheiros, em Lisboa, a partir das 16h45.

 

Para mais informações e inscrições: http://www.ordemengenheiros.pt/pt/agenda/a-iluminacao-publica-e-as-alteracoes-climaticas/

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